Clinicamente significa queda, ocorre geralmente em mulheres e se caracteriza pelo desequilíbrio entre a musculatura agonista, anterior, e a antagonista, posterior, na região do tronco. Devido à tendência feminina de projetar o quadril para trás, faz com que a região posterior do tronco fique hipertônica, principalmente a lombar, além dos músculos ílio e o psoas.
Por outro lado, e em razão deste desequilíbrio, desencadeia-se a hipotonia dos abdominais, que resulta na projeção dos órgãos internos para frente, dando a impressão de que a proeminência resultante da região anterior seja causada por excesso de gordura, formando uma falsa barriga.

 

RESOLUÇÃO DO PROBLEMA

Segundo profissionais especializados, podemos reverter ou, pelo menos, minimizar o problema.
Neste caso, deve-se fazer um trabalho de compensação para restabelecer o equilíbrio entre estas musculaturas, da seguinte forma: reforçam-se os abdominais e os glúteos e faz-se um trabalho de flexibilidade e alongamento da musculatura lombar, que provavelmente esteja encurtada e dos músculos ílio e psoas, citados acima. Isto deverá reduzir o tamanho da barriga melhorando a postura e a aparência.
Se você ainda não está fazendo uma atividade física e pretende se iniciar em um programa de exercícios, procure sempre um profissional habilitado, para que ele possa estabelecer critérios específicos, baseados em princípios científicos, e realizar uma orientação precisa e adequada, tanto nas execuções dos exercícios quanto no volume e na sua intensidade.

 

Fonte:

Guedes, D. P. Personal Training na Musculação. São Paulo. ed: Ney Pereira, 1997.